Com a ajuda dos pescadores, o nobre tomou a responsabilidade de erguer o templo que acolheu a sua sepultura, quatro anos mais tarde.
O monumento Barroco foi concluído no século XVIII e as pinturas Visitação e Virgem da Misericórdia, visíveis no templo-museu, são da autoria de Manuel António de Góis. No arco do retábulo-mor encontra-se a imagem de Nossa Senhora do Rosário, titular da mais importante confraria da Ericeira.
A Igreja era o templo onde os irmãos da Misericórdia assistiam aos ofícios religiosos, sentados num cadeiral posicionado junto à entrada para a albergaria e o hospital, que em 1937 deram lugar ao atual Arquivo-Museu.
